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Adoção

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De acordo com o ECA, a colocação em família substituta, concebida nas formas de guarda, tutela ou adoção, é uma medida de proteção que visa garantir o direito fundamental das crianças e adolescentes a convivência familiar e comunitária.   É preciso mudar o paradigma tradicional segundo o qual a adoção tem a finalidade precípua de dar filhos a quem não os tem estando, portanto, centrada no interesse dos adultos.

Toda criança e adolescente cujos pais são falecidos, desconhecido ou foram destituídos do poder familiar, têm o direito a crescer e se desenvolver em uma família substituta e para estes casos, deve ser priorizada a adoção que lhes atribui condição de filho e a integração a uma família definitiva.  Este é o sentido da proposta de uma nova cultura para adoção, que visa estimular, sobretudo, as adoções de crianças e adolescentes que, por circunstâncias diversas, tem sido preteridos pelos adotantes, como formar de assegurar - lhes o direito a convivência familiar e comunitária.

Não se trata mais de procurar “crianças” para preencher o perfil desejado pelos pretendentes, mas sim de buscar famílias para crianças e adolescentes que se encontram privados da convivência familiar .  Isso pressupõe o investimento na conscientização e sensibilização da sociedade acerca desse direito das crianças e adolescentes e no desenvolvimento de metodologias adequadas para a busca ativa de famílias adotantes. Trata-se, portanto, de investir para que a adoção seja o encontro dos desejos e prioridades da criança e do adolescente com os desejos e prioridades dos adotantes e ocorra em consonância com os procedimentos legais previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

“Para aqueles pais que tomaram a corajosa decisão de se entregar definitivamente ao amor de uma criança, adotando-a como sua, espero que a ciência possa provar definitivamente um dia, o que já sabem do fundo de seus corações: foi a melhor coisa a fazer por vocês e por seus filhos! Para aquelas tantas pessoas que se mostram tão preconceituosas em relação à adoção, basicamente por não acreditar em que alguém que não tenha seu sangue possa amar e ser amado com a mesma intensidade, gostaria de deixar uma indagação: ao se gerar um filho e colocá-lo no mundo, que garantias existem de que será ajustado, feliz, amará e será amado por seus pais? A ciência hoje não lhes pode dar essa certeza!”

Cristiana Berthoud